Qualificação obrigatória: A IA somente poderá ser utilizada por profissionais devidamente qualificados, capazes de corrigir eventuais erros ou delírios com base científica.
Fontes confiáveis: O treinamento e alimentação da IA deverão ser feitos exclusivamente com dados verdadeiros, provenientes de fontes científicas e verificáveis.
Proibição de desinformação: É vedado o uso da IA para gerar ou disseminar desinformação, manipulação ou conteúdos enganosos.
Respeito à autonomia humana: A IA não poderá substituir atividades que um ser humano possa executar ao longo de sua vida, preservando o valor da experiência e do aprendizado humano.
Escopo de atuação: A IA será destinada apenas a tarefas de alta complexidade, cuja resolução demandaria mais de 100 anos de esforço humano contínuo.
Finalidade coletiva: O uso da IA deverá sempre buscar respostas científicas válidas para problemas comuns da humanidade, como saúde, fome, desigualdade e meio ambiente.
Direitos humanos: Nenhuma aplicação da IA poderá violar ou comprometer os direitos humanos fundamentais.
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